Mundo de ficçãoIniciar sessãoO que não estava lá
Sarah e Lauren estavam vivas, e essa constatação chegou como um reflexo instintivo de sobrevivência coletiva, proporcionando um alívio imediato que não se permitia prolongar.— As duas estavam presas e machucadas, com os pulsos marcados pelas amarras recentes e a pele sensibilizada nos pontos onde as contenções foram muito apertadas. Apesar da exaustão que as envolvia, não havia histeria entre elas; ao contrário, um cansaço denso e profundo mesclava-se a um estado de alerta constante. — Mesmo diante da dor, seus olhos permaneciam atentos, avaliando cada movimento da equipe que descia ao bunker, como se ainda estivesse em missão e a necessidade de controle persistisse, mesmo no momento do resgate. Esse comportamento é comum em situações de crise, onde a adrenalina impulsiona o foco e a vigilância, mesmo em meio ao sofrimento.— A iluminação precária lançava sombras duras sobre seus rostos, acentuando os hematomas e crian






