A noite caiu sobre Nice com um silêncio denso. O céu limpo parecia indiferente ao caos prestes a explodir na vida de Camila. No alto do hotel, sozinha em sua varanda, ela bebia um copo de vinho tinto, com os dedos trêmulos em torno da taça. Não era medo — era antecipação. A sensação incômoda de que o amanhã traria respostas… mas a um custo alto demais.
Sua mala já estava pronta. Apenas o essencial. Passagens para Zurique compradas. Encontro marcado com os advogados da família. A chave da conta