O céu sobre Al-Qadar era de um azul profundo, limpo, onde o sol parecia brilhar com um fervor mais intenso, queimando sem piedade as dunas douradas que se estendiam até onde a vista podia alcançar. Ao longe, o espelho reluzente do Golfo Pérsico refletia o céu como uma miragem, uma promessa distante entre o deserto e o mar. O avião cortava as nuvens, descendo com precisão. Isabela, sentada perto da janela, ficou sem palavras.
A areia parecia viva, em constante dança. Em meio ao dourado, torres b