O brasão dourado de Al-Qadar brilhava sobre o peito de Zayn, estampado no terno escuro que ele vestira ainda no avião. O calor seco do deserto não o afetava — o sangue árabe corria espesso demais para que ele sentisse desconforto ali. Seus passos ecoavam firmes pelos corredores de mármore polido do palácio, cada sombra familiar, cada tapeçaria carregada de história o lembrando de quem ele era.
Não havia sorrisos. Ele não viu as empregadas na entrada. Não enxergava nada à sua frente.
Não havia v