O amanhecer trouxe vento morno e o som de água correndo. Em Rashalah, mangueiras improvisadas despejavam jatos límpidos em baldes de plástico. Crianças riam; mulheres alinhavam filas por quarteirão e os galões se enchiam sem briga — só suspiros de alívio.
— Primeiro a água, depois o resto — disse Isabela, anotando nomes numa prancheta. — Quem tem idoso em casa, passa na frente.
Yasmeen, de lenço claro no cabelo, ajeitou a fila como quem penteia jardim. Halima e outras voluntárias distribuíam co