O som da porta girando na maçaneta pareceu mais alto que o vento noturno.
Zayn estava de costas, parado à beira da piscina, como se o reflexo da água fosse o único ponto de calma que restava no mundo. Quando ouviu o estalar da dobradiça, virou-se devagar.
O choque nos olhos dele era quase palpável. Parecia que tinham passado semanas. Tinham sido horas.
— Oi — disse, baixo, rouco.
Isabela franziu as sobrancelhas.
— O que faz aqui?
Ele deu um passo.
— Fiquei sabendo do sequestro do seu irmão.
Ela