A primeira coisa que Zayn sentiu foi o peso na cabeça. Não apenas a dor latejante da ressaca — essa ele conhecia bem — mas o peso real, como se tivesse dormido com uma pedra sobre o crânio.
O quarto estava escuro. As cortinas fechadas, a luz apagada. E ainda assim, no meio do ar abafado, havia um cheiro… o cheiro dela. Fraco, quase se dissipando, mas presente. Um fantasma doce e cruel que se agarrava aos sentidos.
E, como se não bastasse, as palavras ditas na noite anterior ainda latejavam tant