Quando a porta se fechou, o som ecoou no quarto como um disparo à queima-roupa.
Não era apenas madeira batendo. Era o estampido de tudo que ele tinha e que, num segundo, deixou de ser dele.
Zayn ficou parado, ombros tensos, olhando para o colar sobre a mesinha. Aquele maldito ponto final brilhava como se zombasse dele. Poderia correr atrás, chamá-la… mas as pernas não obedeciam. Não por falta de vontade — mas porque sabia que não merecia.
O peito queimava. Não era orgulho ferido. Era o vazio, u