A água mordeu primeiro e depois virou abraço. Zayn conduziu, sempre, como se o oásis fosse extensão do corpo dele. Mergulhava até a metade, trazia Isabela junto, fazia-a subir na ponta dos pés, prendia-a num círculo de braços e silêncio. O beijo vinha quando ela respirava fundo — roubando-lhe o ar de propósito — e se afastava quando ela já o queria de volta.
— Mais perto — ele pediu, sem elevar a voz.
Ela encostou a testa na dele; as mãos dele desceram pela coluna, um trilho quente sob a água f