A porta tinha se fechado atrás de Zayn havia menos de uma hora, mas Isabela já sentia o silêncio pesar. O chá esfriava na mesa, esquecido, enquanto ela andava pela varanda, tentando se distrair com o movimento do pátio. Guardas passavam em turnos, criadas apressavam passos, e havia algo no ar — sutil, mas presente — que lembrava a ela que o mundo lá fora não parara durante os dias na ilha.
Quando a noite começou a cair, ela estava sentada no sofá, lendo, mas sem realmente absorver as palavras.