O sol mal despontava sobre os prédios de São Paulo quando a rotina diplomática daquele terceiro dia começou. Na embaixada, o som abafado dos passos de seguranças nos corredores se misturava ao tilintar suave das xícaras de porcelana sendo organizadas para o café da manhã reservado.
Zayn Al-Rashid estava sentado no salão privado da embaixada, diante de um tablet onde lia relatórios e trocava mensagens cifradas com o Ministro de Energia de Al-Qadar. Apesar da aparente calma, havia algo diferente