O silêncio do quarto era quebrado apenas pelo som suave das respirações entrelaçadas. A noite havia passado devagar, e o sol do domingo ainda não tocava plenamente o céu de Al-Qadar. As janelas estavam fechadas, o ambiente permanecia em penumbra, e o mundo lá fora parecia distante demais para alcançá-los.
Isabela ainda dormia, enroscada nos lençóis de linho branco, com os cabelos espalhados pelo travesseiro e o corpo levemente curvado para ele. Zayn a observava como quem vela um tesouro. Seu olhar percorreu cada curva exposta, cada sinal da mulher que era sua — sua submissa, sua amante, sua tentação e tormento diário.
Com movimentos lentos, ele se aproximou e começou a beijar o ombro dela, descendo pela curva da clavícula até o início dos seios. Um beijo. Depois outro. E mais um, até que ela se mexeu sob o toque.
— Hmmm... — murmurou Isabela, ainda adormecida. — O que você está fazendo, meu dom?
— Te acordando com a única oração que minha alma conhece, Amalî... — ele sussurrou contra