Zayn e Isabela deixaram a Mesquita Azul, caminhando pelas vielas estreitas que serpenteavam o coração antigo de Al-Qadar. A cidade, viva e pulsante, respirava pelas janelas abertas, pelos vendedores de especiarias, pelos sorrisos que surgiam sem pressa nas esquinas.
Zayn não usava seguranças visíveis. Havia homens discretos nas sombras, sim, mas naquele momento, ele era apenas um homem apaixonado guiando sua amante — sua submissa — pelas raízes de seu reino.
O mercado central era um espetácu