Mayara
Meus dedos tremem enquanto digito a mensagem. A luz fria da tela do celular ilumina meu rosto, refletindo a incerteza que sinto. As palavras parecem simples, diretas, mas carregam um peso que sei que nunca poderei aliviar.
Oi, Caíque. É a Mayara. Podemos conversar hoje? Você pode me encontrar no café da praça?
Aperto enviar antes que minha coragem vacile. O celular permanece imóvel por alguns segundos, mas cada um deles parece se arrastar como uma eternidade. Então, a resposta chega.
Caí