Capítulo 61 — O que não soubemos perguntar…
Ponto de vista: Sofia
A sala estava aquecida, com uma luz suave e aquele silêncio limpo que só existe em consultórios onde a vida ainda não chegou, mas já se faz ouvir.
Sofia apertou a bata contra o corpo como se fosse um escudo. Suas mãos tremiam, não apenas de nervoso, mas por aquele acúmulo de emoções que vinha guardando desde que soube que o bebê tinha um problema de visão — mas o coração de Sofia… não.
Ela ainda não tinha querido compartilhar