Marie
Algumas horas haviam passado desde a minha última conversa com o sequestrador.
Ele ao menos trouxe algo para comer: pão com mortadela.
O meu estômago continuava revirado. Não tive escolha a não ser comer.
Ficar fraca não era uma opção. Manter a lucidez era o importante.
Me perguntava onde o Luke estava. Senti lágrimas brotarem dos meus olhos.
Que situação de me*da!
Esse pesadelo vai ter um fim. De um jeito ou de outro.
Abracei os joelhos e observei o ambiente.
Arrumaria