O primeiro dia passou como um erro de cálculo.
Dominic acreditava que Lia precisava apenas de algumas horas. Um espaço curto para respirar, digerir o choque, organizar pensamentos. Ele respeitou. Não foi atrás. Não apareceu. Não forçou.
No segundo dia, a certeza começou a falhar.
No terceiro, o medo ganhou forma.
Ninguém encontrava Lia.
Helena não sabia onde ela estava. Miguel não atendia. O telefone de Lia continuava desligado. Nenhum cartão fora usado. Nenhum registro recente. Como se ela tiv