A lua cheia entrava pela janela do quarto. Alana já tinha dormido há horas, a boneca Celeste debaixo do braço, o cobertor amassado. O apartamento estava em silêncio. Só o barulho da cidade lá fora. Só a respiração dele. Só o meu coração.
Dominic saiu do banheiro. Cabelo molhado, toalha na cintura, o peito ainda com gotas de água. Ele me olhou. Os olhos claros brilhando no escuro.
— Você ainda está acordada?
— Esperando você.
— Dorme.
— Não quero.
Ele deixou a toalha cair. Veio até a cama. Deito