Capítulo 71

O quarto estava escuro. Só a luz do abajur acesa no criado-mudo. Alana dormia de bruços, o cabelo castanho espalhado no travesseiro, a mão aberta ao lado do rosto. Eu fiquei olhando. A respiração dela. O peito subindo e descendo devagar. A paz de quem não sabe o que o amanhã guarda.

Meg bateu na porta. Entrou sem esperar resposta.

— Como você está?

— Sobrevivendo.

— Parece mais do que isso.

— É o que parece.

Ela sentou na cama, ao lado de Alana. Ajeitou o cobertor.

— Eu sei que é difícil.

— Voc
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