O quarto estava escuro. Só a luz do abajur acesa no criado-mudo. Alana dormia de bruços, o cabelo castanho espalhado no travesseiro, a mão aberta ao lado do rosto. Eu fiquei olhando. A respiração dela. O peito subindo e descendo devagar. A paz de quem não sabe o que o amanhã guarda.
Meg bateu na porta. Entrou sem esperar resposta.
— Como você está?
— Sobrevivendo.
— Parece mais do que isso.
— É o que parece.
Ela sentou na cama, ao lado de Alana. Ajeitou o cobertor.
— Eu sei que é difícil.
— Voc