— Você é estranha, Stella Blake — disse, a voz mais suave.
— Por quê?
— Porque a maioria das pessoas finge que se importa. Você parece se importar de verdade.
— Talvez porque eu me importe.
O silêncio que se seguiu foi diferente. Não era mais aquele silêncio de dois estranhos se testando. Era o silêncio de duas pessoas que acabaram de se ver de verdade.
A comida chegou. Comemos em um silêncio confortável, trocando olhares de vez em quando. Ele me serviu vinho — eu aceitei, mesmo sabendo que não