Diana
Eu sabia que tinha alguma coisa errada.
Desde o momento que ele entrou pela minha porta, de madrugada, com os olhos vermelhos e o coração na mão, alguma coisa nele estava diferente. Não era só dor, era... culpa. Um peso. E mesmo depois do abraço, mesmo depois do “eu te amo”, aquilo ainda tava ali, pendurado nos olhos dele.
A gente ficou ali, no sofá, em silêncio, com minha cabeça encostada no ombro dele. Ele parecia procurar coragem no ar, tentando organizar o que ia me dizer. Eu sentia o