Isso não é mais problema meu.
Diana
Voltei para a cidade com a mala pequena e um coração enorme tentando caber dentro do peito. O ônibus me deixou na rodoviária pouco depois do amanhecer; o ar tinha cheiro de asfalto molhado e café queimado, e eu pensei que era perfeito começar de novo com algo tão comum. Peguei um táxi, dei o endereço de um flat que eu tinha visto pela internet — nada luxuoso, mas limpo, com luz boa, perto do metrô e de um mercado 24 horas. “Contrato mensal, sem burocracia”, prometia o anúncio. Cumpriu.
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