Diana
Acordar nos braços dele parecia cena de filme clichê. Daqueles que a gente assiste fingindo que não gosta, mas no fundo queria viver.
O sol entrava tímido pela janela, e o peito do Ethan subia e descia devagar, colado nas minhas costas. O braço dele me envolvia como se eu fosse algo que ele não queria soltar. A respiração quente no meu pescoço.
E o mais louco? A gente nem transou.
Só tomamos um banho, trocamos uns beijos que quase me fizeram perder o juízo, e depois nos jogamos na cama, e