༺ Amara Wild ༻
Passar pelos portões da mansão trouxe um sopro de alívio. Meus pés latejavam, pedindo clemência, depois de tantas horas circulando por corredores de lojas ao lado de dona Zenaide.
As sacolas pareciam multiplicar-se nas minhas mãos, e quando os empregados se aproximaram para pegá-las, quase suspirei de gratidão. Estava louca para entrar, me sentar na minha poltrona e descansar pelo resto da tarde e noite.
— Tivemos um dia bem agitado, não é, Amara? — comentou dona Zenaide, sempre