Macário se aproximou devagar.
Sem pressa.
Sem imposição.
Priscila ainda estava no chão.
Mas levantou o olhar quando ele entrou.
O silêncio entre os dois… dizia tudo.
Ele estendeu a mão.
— Vem…
A voz baixa.
Diferente.
Ela hesitou por um segundo.
Mas aceitou.
Segurou a mão dele.
E ele a ajudou a levantar.
Os dois sentaram na cama.
Lado a lado.
Sem distância.
Macário respirou fundo.
Passou a mão no rosto.
— Eu errei…
A voz saiu sincera.
Sem orgulho.
Sem defesa.
Priscila olhou pra ele.
Em silênci