Priscila estava sentada no chão.
Encostada na porta.
Os olhos inchados de tanto chorar.
Ela sabia.
A Japa estava ali fora.
Sentia a presença.
— Japa… — chamou, a voz fraca.
Silêncio por alguns segundos.
— Eu sei que você tá aí…
Do lado de fora…
A Japa fechou os olhos por um instante.
Respirou fundo.
— Tô — respondeu.
A voz baixa.
Priscila se aproximou mais da porta.
— Me ajuda…
A mão dela tocou a madeira.
— Por favor…
A Japa apertou o maxilar.
Claramente dividida.
— Pra que pariu… — murmurou