Entrei na mansão já sentindo o peso daquela noite nas costas.
O portão fechou atrás dos carros e os homens vieram comigo em silêncio, do jeito que sempre era depois de problema grande. Ninguém fazia pergunta. Ninguém era idiota o bastante pra isso.
O cheiro de pólvora ainda parecia grudado na minha roupa.
Passei pela sala tirando o relógio do pulso devagar, tentando organizar a cabeça. O morro tava inquieto há semanas. Gente demais querendo crescer rápido, aparecer rápido… morrer rápido.
Fiz só