Arthur Strauss
O espelho do meu quarto refletia um estranho. O homem de smoking impecável, com a postura rígida e o olhar calculado, parecia uma armadura forjada para um guerreiro que já tinha perdido a própria alma. Gregory, parado próximo à porta, observava cada movimento meu com uma mistura de censura e preocupação genuína que só alguém que me conhece desde os tempos da faculdade teria o direito de expressar.
Ele não estava apenas bravo; ele estava desapontado. E, de certa forma, o desapont