Alexandra.
Fico apavorada de ver aquela menina cheia de sangue, puxo seu corpo para trás de um muro onde nos escondemos para nós proteger dos tiros, encosta seu corpo com cuidado e digo.
— Cadê seu namorado? Pergunto com medo da resposta.
— Morto, ela fala com dificuldade enquanto lágrimas escorem do seu rosto, não sei se dá dor dos tiros ou da perda do seu noivo, Samuel chora nos meus braços, ele parece muito assustado, procuro por ferimentos, respiro aliviada por não achar nada, tento de todo