Alexandra:Cheguei do trabalho e, em frente ao meu prédio, tinha vários carros de polícia me impedindo de entrar no prédio. Estacionei meu carro na rua próxima e caminhei a pé, mas, na entrada do prédio, vejo os homens do IML trazendo um corpo coberto por um saco preto, o que indica que aquilo é um cadáver. Na hora, um medo me atingiu, minhas pernas e mãos tremiam. Eu conheço todos desse prédio, é um edifício pequeno. O que aconteceu para ter tanta polícia aqui?Mesmo com minhas pernas parecendo gelatina, me aproximo da entrada para conseguir entrar, mas um policial me para, me impedindo de subir. Ele diz:— Não pode subir, moça, é uma cena de crime. — ele fala, me empurrando para trás.— Eu moro neste prédio e meu bebê está com a babá, preciso ver como ele está, por favor, me deixe entrar. — falo com lágrimas nos olhos.O homem me olha e diz:— Já disse, ninguém pode entrar.Começo a gritar e tentar passar à força. O policial me segura irritado, apertando meu braço, até eu escutar uma
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