Giovanni Sorrentino
Dois anos se passaram desde a morte de Neide e, mesmo que tenha alojado uma bala no corpo de James por ter matado a minha esposa, ainda sinto uma raiva e dor que não consigo descrever.
Minhas mãos faziam o nó em minha gravata com destreza de anos e anos de movimentos repetitivos. Fecho os olhos e vejo o meu antigo restaurante, minha esposa bravinha entrando em meu pequeno escritório para falar como estava cansada, ou sobre todas às vezes que ela trazia algo para mim e ali na