Sullivan estava preso a uma coluna quando ouviu os passos leves e o bater dos saltos de uma mulher no chão de concreto frio. O telefone de Sullivan começou a vibrar insistentemente, entre ligações e mensagens.
Os passos da mulher estavam cada vez mais próximos e mais altos. Vendado, ele não enxergava nada, mas conhecia aquele cheiro de morango e champagne: aquele cheiro pertencia a Helena.
— Oi, Sulivan! - A voz dela chegava aos ouvidos dele. Era Helena. Ele sentiu as mãos dela tocarem seu ros