Rafael entrou pela emergência com Helena nos braços, mal respirava. Os pulmões tomados por algo, foi levada. Rafael aguardava na recepção. Da mulher, sabia apenas o nome e nem era verdadeiro: Maria Dorneles Martins.
Uma médica se apresentava a ele, o quadro era de um veterano de guerra: perfurações por munição eram maioria esmagadora, em geral, grosso calibre. Já não tinha um útero ou ovários, o que indicava que poderia ter sido transportada como prostituta. Tirar aquela parte era uma prática