046

Helena se via presa, em uma cela comum, com ilegais, de macacão, a cabeça recostada na parede, sentada no chão, em um canto do salão onde elas eram reunidas, como gado em um curral. Ela refletia sobre o vazamento de informações. Acreditava que podia confiar, cegamente, na sua gente, mas aquilo se mostrava um ledo engano. Apesar de inimigos internos tenderem a se unir quando da existência de uma ameaça externa, tendência não era garantia. Ela suspirou.

— Ei, Migra! - Uma das detentas a chamava.
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