Mundo ficciónIniciar sesiónPassar a noite na casa de Marina foi muito bom para mim, me ajudou a pensar, nas coisas com calma, depois que ela já havia dormido, eu ainda estava acordada, eu deveria estar chocada, e com muita raiva de Igor, no entanto eu só conseguia pensar naquele homem do bar. Felipe, meu Deus o nome dele é Felipe, o cheiro dele ainda estava na minha cabeça, os olhos dele pareciam invadir minhas roupas , era como se estivesse completamente indefesa, a mão dele firme na minha cintura, me puxando com uma pressão gostosa, e eu não conseguia me livrar daquela sensação. Adormeci pensando nele, e tive um sonho que fez tomar banho gelado quando acordei, precisava descer da nuvem, meu pai me mataria se soubesse que ando tento esse tipo de sonhos com o socio dele, enfim depois do banho pedi um taxi e fui para casa.
Quando cheguei em casa o dia estava lindo, para não voltar para casa com vestido de festa, peguei um emprestado da mariana, mas ela é um pouco mais baixa que eu e não tem vestido longo, mesmo o mais comprido, ainda ficaria curto. O taxista me olhou com cara de safado, eu fiz de conta que não percebi, paguei e desci, subi as escadas que davam para a porta principal, percebi que havia um carro diferente parado na frente, imaginei que eram visitas e se bem conheço minha mãe o almoço seria na piscina. Entrei pela porta e lá estava ele , cara, ele estava lindo, vestido informal ele era mais lindo ainda, lembrei do meu sonho, quase corei, então cumprimentei todos, e subi depressa para meu quarto, antes que alguém percebesse que eu havia ficado mexida. Precisava me controlar longe dele, minha mãe bateu a porta e disse,- querida você está bem? Eu gostaria de conversar com você, mas hoje não teremos tempo, vamos almoçar na piscina está bem? - , agradeci secretamente por não temos tempo para conversar, e apenas concordei com o almoço. Pensei em colocar um maio, mas eu não consegui evita, eu queria provoca-lo, ver até onde ele iria, então coloquei um biquini, não tão pequeno por causa dos meus pais, mas um pouco ousado, me cobri com uma canga e desci, quando desci já estavam todos na piscina, quando olhei pela porta, estava só ele e meu pai nas esteiras então fui a piscina. Meu pai acenou para que eu fosse até eles, respirei fundo e fui, como se nada naquela cena me afetasse, me aproximei do meu pai, ele me abraçou e disse- essa aqui já está saindo da faculdade, estavamos conversando, sobre ela fazer um estagio na nossa empresa, eu estava até pensando, em mandar ela lá para você um tempo. Vai fazer bem para ela, aprender um pouco mais sobre aquele mercado também,- quando ele disse isso, imediatamente olhei para meu pai com o olhar critico e incrédula, como ele pensou nisso e nem mencionou nada mim?! Não satisfeito ele continuou- sim, claro querida vai ser bom para você, passar um tempo fora do pais, estudar outro tipo de mercado na pratica, e espairecer um pouco, sem contar que fico muito mais tranquilo, se você puder contar com o Felipe para dar uma olhada, em como andam as coisas com você, o que acha?- eu estava muito furiosa, onde já se viu, meu pai me tratando como se eu fosse uma criancinha, que precisa de supervisão, e ainda por cima que não consigo lidar com meus próprios problemas. Mas é claro que eu não poderia explodir minha raiva ali na frente dele, e dar razão ao meu pai, então engoli minha indignação e apenas respondi:- vamos ver até lá-, meu pai me deu um sorriso de conformado, dei uma desculpa qualquer, e sai. A presença dele estava me deixando nervosa, eu tinha a impressão, que ele me despia com os olhos, curiosamente ,o olhar dele me causou um desejo estranho. Me lembrei da boca dele naquela noite, as mãos dele, e se o assunto com meu pai tivesse me deixado tão indignada, nem sei se teria conseguido desviar o pensamento. Quando sai fui até o bar, me servi de um drink de morango, e tentei assimilar toda aquela informação, meu pai querendo me despachar, o amigo dele me deixando perturbada com os olhos, as mãos, a boca, o corpo..., estava ali perdida nos meus pensamentos, quando ele chegou perto de mim, tão perto que pude sentir o calor do peito dele, irradiando nas minhas costas, e falou bem próximo ao meu ouvido, com um ar de riso. -e olha, que eu nem falei pra ele o que você anda fazendo nas noites por ai- senti derrepente que meu coração dava um salto, uma pressão na boca do estomago, então ele colocou as mãos no meu ombro, descendo suave pelas minhas costas, e pressionando mais conforme descia em direção da minha cintura, quanto mais ele roçava as mãos em mim, por cima da minha roupa, e quanto mais ele aumentava a intensidade, mais eu sentia uma pressão aumentando entre minhas cochas. Tentei controlar minha respiração, para não deixar tão na cara, o quanto aquele momento estava bom. – você é um perigo, solta por ai cordeirinha-, ele continuou como se ninguém pudesse aparecer ali, foi quando ele encosto a boca no meu pescoço, que me forcei a sair do transe, antes que aquilo desse muito errado, e me levantei em um salto, - você é maluco?! você tem o costume de sair por ai agarrando as filhas dos seus sócios? Perguntei, na intenção de deixar claro pra ele se, caso ainda não houvesse ficado, que aquilo era uma loucura completa. Ele se sentou e disse- não, eu geralmente só agarro pessoas assim, quando estou tentando ajudar elas a encontrar seu caminho- e sorriu com aquela boca carnuda linda- mas nisso você tem razão, você não pode ir para lá! – eu estava completamente incrédula, que sujeitinho mais egocêntrico. – Mas é claro que não vou, mas se eu decidir ir, com certeza, não será com você me vigiando, como um cão de guarda!-ele se levantou de forma abrupta segurou minha cintura e me puxou mais para perto dele, podia sentir sua respiração ofegante e ritmada, enquanto ele me dizia:- garota você sabe que não posso fazer isso, não posso trai um amigo assim, então por favor, não me provoca com essas roupas curtas, esse jeitinho rebelde e atrevido, que me deixa louco.- como ele provocava estas sensações no meu corpo , odeio admitir mas ele era lindo e tinha uma pegada, de deixar de perna bamba, mas ele não ia me dobrar! Apoiei minhas mãos no peito dele, na tentativa de me desvencilhar dele, e senti seu peitoral enrijecido, e quando me passou pela cabeça como estaria seu membro, não pude controlar o rubor no meu rosto, então disse entre os dentes, tentando parecer incomodada :- quer fazer o favor de me soltar! Daqui um pouco, meu pai e minha mãe vão voltar para o almoço-. Ele me soltou e finalmente consegui controlar minha respiração, a tempo da volta dos meus pais. No hora do almoço nos ajeitamos nas cadeiras , meu pai e minha mãe ao lado um do outro, eu ao lado de minha mãe e do outro lado Felipe, minha mãe preparou aquele almoço com muito capricho, a comida bem preparada. e muito bem servida, mesa bem colocada, uma toalha de algodão branca um pouco mais pesada, a toalha cobria mais ou menos metade do pé da mesa. Quando me sentei, a perna de Felipe roçou de leva minha, fazendo subir um arrepio nas minhas costas até minha nuca, me contive e pensei por um momento, que o esbarrão havia sido sem intenção, até que a mão dele encontra minha perna. Ele começa com movimentos circulares na minha pele, bem de leve, e eu tentava cada vez mais me concentrar no assunto, a mão dele foi escorregando por minha perna, em direção ao centro, apertei uma perna contra a outra bem depressa, na tentativa de refrear a descida da mão. Então ele ficou alisando até onde alcançava e dando leves apertos e cada vez me dava mais arrepios, ele levou a mão mais para o lado de fora da perna e colocou embaixo do meu vestido, antes que eu tivesse tempo de contestar, subiu a mão por baixo do meu vestido, e puxou de leve o elástico da minha calcinha, a essa altura a pressão entre minhas pernas já estava enorme, e sem perceber baixei a guarda, e sua mão desceu para ente minhas pernas. Já não conseguia ouvir o que diziam, só me concentrava no meu prato de comida, e em não soltar nenhum som, pois se eu abrisse a boca, com certeza sairia um gemido. Ele me tocou por cima da calcinha e não havia como negar que eu já estava encharcada, a mão dele deslizou na beira do elástico entre minhas pernas, e seu dedo rosou de leve na minha intimidade nua. Olhei para minha mãe e meu pai e disse, me concentrei no que iria dizer para parecer convincente e falei:- peço desculpa a todos mas infelizmente não estou me sentindo bem, vou me retirar, mais tarde me junto a vocês novamente. assim me sentir um pouco mais disposta- e me levantei precisava respirar, ele estava me levando a loucura daquele jeito. Inesperadamente, com todo sua cara de pau ele levanta e diz- já que você vai se retirar, me faria o favor de mostrar onde fica o banheiro, acho que já bebi de mais-, dei um sorriso amarelo e disse :-claro é por aqui- estendi minha mão a frente e ele foi me acompanhando. Enquanto andavamos, fiquei pensando em uma forma de me desvencilhar daquela situação, mas eu tinha meus pensamentos confusos, quando fizemos a volta por traz da área da piscina e meus pais sumiram de vista. Não tive tempo de pensar, senti o calor da sua mão pressionando meu braço, e ao mesmo tempo minha cintura, me puxou com rapidez para perto dele e me colou contra seu peito , sua boca estava tão próxima da minha que parecia me roubar o ar, eu estava tão perdida naquela situação inebriante, que por um instante esqueci completamente do resto do mundo, e o perigo que aquela situação representava. A boca dele tomou a minha, em beijo quente e urgente, eu já não controlava meus movimentos, agia por instinto, lacei minhas mãos em sua nuca, e ele amentou a preção nas minhas costas, ele me ergueu e me encostou na parede, passei minha pernas em volta de seu quadril e o beijo ficou ainda mais intenso, nossas línguas exploravam nossas bocas em uma troca mutua de gemidos e desejo. Quando ele desceu a boca para meu pescoço em direção aos meus seios, e sua mão pousou em minha perna e apertou com intensidade, nesse momento percebi que estava realmente perdendo o controle, de uma forma muito perigosa, e juntei o que sobrou de sobriedade e disse, que tinhamos que parar com aquilo antes que fosse tarde. Ele recostou sua testa no meu peito respirou fundo, ergueu a cabeça me olhou nos olhos e com a voz ainda rouca me disse:- me desculpe, perdi o controle, você tem razão, acho melhor paramos de brinca com fogo!- pararmos??? Eu pensei, foi ele que começou! Mas achei melhor não contestar, só acenei com a cabeça e sai, enquanto eu me afastava, senti uma coisa alguma coisa estranha crescendo dentro de mim, algo como um vazio que se expandia dentro do meu peito, apenas ignorei.






