Mundo ficciónIniciar sesiónEu devo estar enlouquecendo, com certeza estou, para deixar uma mulher mexer comigo daquele jeito, maldito dia que deixai Luiz me convencer a sair par rever a noite da cidade, quando voltamos. A culpa era toda dele, por causa de sua insistência, entramos naquele bar naquela noite, conheci aquela mulher, linda e louca, graças a Deus eu não transei com ela naquele dia. Filha do Arthur, ela é filha dele! Mais que merda! Também como iria imaginar que ele teria uma filha tão linda daquela jeito, mas se fosse só isso não teria problema, o mundo está cheio de mulheres lindas. Porem aquela era diferente, não sei explicar, bastava ela olhar para mim com aqueles olhos, e aquela boca rosada para eu começar a imaginar como seria ter aquela mulher, nua nos meus braços e todo o prazer que poderiamos nos proporcionar, eu queria devorar ela, só pensar no cheiro dela, no gosto da boca dela, meu membro fica muito duro. Na noite do coquetel, quase não consegui me concentrar em mais nada depois de encurralar ela no corredor do banheiro, aquilo foi um erro, não devia ter feito aquilo, o simples fato de estar perto dela desencadeava em mim reações irracionais e avassaladoras. Na noite do bar eu já havia tido uma prova de como seria difícil esquecer aquela mulher, pois a noite me rendeu sonhos perturbadores, que envolviam nós dois, mas não no bar e sim na minha casa, na minha cama . O sonho envolvia alguma coisa como eu provando aquela boca macia de novo, e depois explorando cada parte do corpo dela, aquela pela macia, e beijando cada parte mais intima dela, até que ela se entregasse totalmente para mim e eu ouvindo ela chamar por mim, com aquela voz docê carregada de desejo por mim, e sonho terminou com ela cavalgando em mim e soltando gemidos e lamentos de prazer, enquanto chegavamos juntos ao ponto máximo do prazer. Depois desse sonho é lógico que precisei de um banho gelado e demorado, para aliviar minha tensão, não consegui acreditar no que eu estava fazendo, me aliviando no banho, pensando no sonho que tive com aquela mulher que eu nem conhecia direito, e até então eu acreditava que nunca mais iria ver, até quando encontrei ela no coquetel . Ela estava radiante, só de vela naquele vestido, que marcava toda a silhueta delicada e sensual do seu corpo, de um jeito que me deixou hipnotizado, naquele dia percebi que ela nem precisava tocar em mim, a simples presença dela já me acendia, como ela mexia nos cabelos, até a forma como ela caminha me desconcertava, de um jeito que eu fazia uma loucura atrás da outra. A ponto de querer partir pra cima de um cara que segurou no braço dela e para mim pareceu que queria beija-la, mas Arthur interviu e mais tarde soube que era o ex dela, sem duvida nenhuma, um homem que perde uma mulher como aquela, merece uns bons esfregas. É claro que, eu só fui tomar conhecimento real do que ela estava fazendo comigo, naquele dia na piscina, até aquele dia eu não fazia ideia do poder eu ela tinha sobre mim. E como se tudo já não estivesse bem complicado, Arthur me vem com aquela ideia de mandar ela passar uns dois meses comigo! Só pode estar brincando, eu aqui fazendo o impossível para resistir aquela tentação que ele pôs no mundo, e ele testando cada vez mais, minha força de vontade. Quando eu á vi naquele biquini, tive mais certeza ainda de que aquela ideia, não daria certo, ela estava fazendo de propósito! Sabia que eu estava ali, e sabe que meche comigo, a minha vontade era de arrancar aqueles poucos panos dela, mas tive que me segurar. Quanto mais o tempo passava, mais excitado eu ficava, eu passei o tempo inteiro dizendo para mim mesmo o quanto aquilo era errado, e que eu não devia colocar as mãos nela, ao mesmo tempo meu corpo chamava pelo dela, enquanto eu caminhava até ela eu repetia mentalmente meu mantra que era “não vou tocar nela, não vou tocar nela ...” , e tudo foi por água á baixo quando senti o cheiro dela, e dali para frente não consegui mais me segurar, perdi completamente o controle, queria ter ela agarrada em mim, ouvir ela chamar pelo meu nome entre os gemidos, e pedir mais. Já não era um querer, era uma necessidade, e quando tive que me sentar ao lado dela ano almoço, já não tinha volta, eu havia esquecido o pai e mãe dela e o fato dele ser meu amigo, muito amigo, foi ele quem me ajudou no momento mais turbulento da minha vida, quando eu não sabia mais para onde correr, havia perdido o norte, ele não me deu só um emprego, não foi só uma sociedade, foi um chão onde caminhar. Eu devia a ele mais do que poderia numerar, e aqui estava estava eu, completamente rígido, por causa da filha dele, tudo bem que ela já era uma mulher adulta, formada e como ela mesma me disse, com toda rebeldia dela, dona do próprio nariz, mas ainda assim, filha dele. Quando fui atrás dela no banheiro, fui movido pelo desejo que nós dois estavamos sentindo, pois quando senti sua intimidade completamente encharcada, quase perdi a compostura, quando pude finalmente toca-la e beija-la não me contive, iria matar nossa vontade ali mesmo, quanto mais ela me tocava mais maluco por ela eu ficava, eu sei que não era o ideal, mas era urgente. Então ela me chamou a luz da razão, aquilo realmente não podia acontecer, e mais questões vieram a minha cabeça, se não podia me controlar ali com toda aquela pressão de ser flagrado pelos pais dela, o que me controlaria longe deles, caso ela resolvesse realmente ir.







