capítulo 7

Aquilo tudo nem parecia real, como se estivesse em câmera  lenta ,ele tocou no meu rosto e olhou com aqueles olhos profundos, e perguntou com uma voz rouca, -você  está bem? Evitei olhar diretamente nos olhos dele e respondi que sim, ele perguntou- já vai?- me recompus e respondi que sim pois tinha um compromisso com uma amiga, ele perguntou se eu precisa de carona, eu respondi que não precisava já estava chamando um carro por aplicativo, ele disse que não tinha problema era bom nos habituarmos, afinal iriamos ter que conviver por um tempo, então achei melhor compartilhar com ele minha ideia:- sobre isso, eu estava pensando que seria melhor se eu alugasse um quarto, ou um apartamento são só por dois meses, não quero atrapalhar sua rotina e nem sua privacidade. – ele mudou de expressão parecia mais severo e disse:- se eu achasse que sua presença me atrapalharia, não teria aceitado.- eu fiquei confusa porque ele havia ficado tão irritado no escritorio e agora ele estava me dizendo aquilo, não estava entendendo mais nada, então ele continuou,- me desculpe pela minha reação no escritório, é que você  me causa uma  reação estranha, quando vejo você  não consigo me controlar, quero você pra mim- segurando minha cintura me puxou para perto, e senti de repente que estava flutuando o elevador chegou, ele me soltou e agimos como se nossos corpos não estivessem se atraindo por um desejo crescente e avassalador, entramos no elevador e já que estavamos a sós perguntei: e você  acha que é prudente,, que fiquemos na mesma casa, sabendo como nos sentimos- ele toca na minha mão, e diz olhando pra mim com desejo no olhar- eu prefiro ter que me controlar, e quase enlouquecer te vendo e sabendo que não posso te tocar, do que arriscar te ver com outro cara, ou pior ficar imaginando o que você  anda fazendo por ai, eu com certeza não vou me controlar, não sei como consegui me controlar e não acertar o Igor naquela hora, sujeito insolente,- ele disse se endireitando. Nessa ora meu coração já estava saltando no meu peito, eu sentia uma mistura estranha de sentimentos por aquele homem, ele insistiu em me lavar eu disse que não era necessário  e me afastei, completamente exitada por aquele homem, entrei no carro e fui.

Os dias passaram voando, derrepente era hora de viajar, com minha mãe me  enchendo de recomendações, e pedindo que eu me cuidasse, entrei no avião junto com Felipe, e Luís, nos sentamos em poltronas separadas, me sentei ao lado de um rapaz muito simpático,  de acordo com ele trabalhava com mídia  e ele ia me explicando a respeito e achei realmente interessante, fazia o voo ficar um pouco menos longo, estava realmente confortável na conversa. Após  o serviço de bordo eu fui ao banheiro, quando passo por Felipe no corredor ele pega na minha mão e diz- então me conta, o que aquele moleque tem tanto pra te contar?- eu solto minha mão da dele sigo meu caminho, pensando que eu devia estar maluca, mas ele parecia estar com ciúmes, aquele homem maravilhoso?  será mesmo? Voltando para meu assento ele segurou novamente minha mão e tornou a falar- estou avisando, é melhor você colocar aquele moleque no lugar dele ou eu coloco- soltei meu braço e disse:- primeiro estamos apenas conversando, uma conversa bem agradável, diga-se de passagem , depois você  não manda em mim, soltei meu braço e sai, ainda ouvi ele disse:- não diz que não avisei. Voltei pro meu assento e continuei a conversa, durante a aula, eu dei umas duas olhadas para ver, ele me olhava e me fuzilava , não sei por que, mas estava me divertindo muito provocando ele, pousamos e fomos liberados para levantar e pegar as bagagens de mão, antes de sairmos o rapaz me ofereceu o telefone dele mas eu realmente não tinha nenhum interesse nele, me desculpei e disse que não estava interessada, ele deu uma insistida e Felipe chegou atrás dele e disse- a moça disse que não tem interesse, pega a indireta e sai-, o rapaz olhou para ele e acenou com a cabeça disse que tinha intendido  e saiu, eu sai atrás dele, segurando minha risada, ele estava mais lindo ainda, fazendo uma ceninha,  Felipe veio atrás de mim, encostou perto de mim e disse que no mínimo eu estava devendo um jantar a ele e acrescentou que ele escolheria a sobremesa, dei uma risadinha mesmos sabendo o quanto aquilo tudo era errado. Quando chegamos fora do aeroporto Luís, se despediu da gente,  pegou um taxi e foi para sua casa, mas não antes de dar um olhar cheio de mas intenções para Felipe, que eu entendi muito bem, então falei a ele que também iria pegar um taxi, andei em direção a calçada da rua em busca de um, mas antes que eu chegasse até o meio fio, ele segurou meu braço e disse:- onde a senhorita pensa que vai?- eu tentei explicar a ele que era o que tinhamos combinado mas ele nem ao menos me deixou terminar a frase e seguiu – você  está me devendo um jantar, e vou cobra-lo agora ,e me olhou bem nos olhos, era como se a distancia do meu pai e dos fofoqueiros habituais tivesse deixado ele bem mais atrevido, mas na  minha opinião tudo ainda era muito arriscado, mas como resistir aqueles olhos e aquela mão passando pelas minhas costas com firmeza e me colocando mais perto dele, o máximo que consegui dizer naquela hora foi- e tem que ser agora? Estou meio cansada da viagem- achei que está desculpa seria o suficiente para deixar ele mais calmo, mas ele chegou ainda mais perto e disse com uma voz rouca:- pode deixar eu vou deixar você bem relaxada-  estreito o olho e eu não tive outra reação se não balançar a a cabeça positivamente, pegamos um taxi e fomos. A principio eu ainda tinha a esperança de que iriamos para um restaurante e conforme as mãos dele escorregavam pela minha perna, eu comecei a achar que íamos para um hotel, ele não me parecia, daqueles cara que pagam um motel de beira de estrada, mas quando entramos pelo portão de um condomínio fechado eu vi que estavamos na casa dele, e um arrepio passou pelas minhas costas, meu Deus , e agora então disse para ele – voce me trouxe para o covil do lobo mesmo , não é? Ele me segurou por trás e disse a altura do meu ouvido, e para onde mais eu levaria a minha cordeirinha, não pude conter a risada, aquela altura não tinha certeza se seria capaz de me controlar, mesmo assim entrei, já havia uma mesa posta para nós, um vinho, do qual ele serviu duas taças, me alcançou uma, e disse- tenho certeza que isso ira fazer você  relaxar-, o ambiente da casa dele era muito diferente do que eu esperava, pois era curiosamente acolhedor. Me sentei no sofá ele sentou na mesa de centro bem a minha frente, depositou a sua taça ao lado escorou os cotovelos no joelho e se inclinou para frente, levantou a cabeço e e disse:- bem cordeirinha, temos que conversar- recostei minhas costas no sofá cruzei minhas pernas e disse:- pode falar. Eu queria ver que rumo ele iria dar para aquela conversa , e para meu total desespero ele deu um meio sorriso de canto da boca passou a ponta da língua sobre a boca e disse:- eu gostaria de intender por que você  fica me provocando com essas roupas coladas, e provocantes- e vendo minha cara de indignação ele fez um sinal com a mão e prosseguiu – e principalmente porque eu não consigo resistir, mas você  é filha do meu melhor amigo não  posso fazer isso- e me examinou com um olhar agora um pouco mais, curioso e me perguntou- me diz uma coisa, claro se você  se sentir a vontade para me contar, o que aquele retardado do seu ex namorado fez  para você, que te levou para aquele bar naquela noite?- bebi um gole do vinho e disse:- você não entenderia!- vamos ver, ele me respondeu, vou me esforçar, agora se sentando ao meu lado, então continuei:- noivo, ele era meu noivo. Ele deu uma arregalada nos olhos e me questionou – eu tinha entendido que ele era seu namorado, foi oque eu pai falou, e eu segui – pois é- dei mais um gole no vinho e continuei- na noite em que ele me pediu em casamento descobri que ele estava me traindo- e contei a ele o que havia acontecido até eu chegar ao bar, claro deixei de fora o sexo, quando terminei de contar havia esvaziado a taça, ele me ofereceu mais vinho, e eu agradeci mas preferia não exagerar, e em um gesto rápido, ele chegou mais perto, e disse, encostando seu nariz no meu- ótimo, daquela vez no bar, eu precisei resistir, não ia me aproveitar de você, e aquilo, me custou um banho gelado e sonhos eróticos com você, desta vez não vai ter desculpa- a boca dele se entreabriu e tocou na minha, eu retribui, quando fiz isso, não havia mais volta, ele passou a mão por traz do meu pescoço, pressionou minha nuca para perto dele, a outra mão ele apertou minha perna e foi subindo, em direção do meu quadril, e ali, sem nenhuma regra para me frear, eu me entreguei a ele. Quando a mão dele subiu mais um pouco eu sucumbi ao meu desejo e subi no colo dele de frente para ele, me posicionei de forma que senti seu membro extremamente rígido,  roçar na parte interna das minhas coxas, ele fez pressão para baixo nas minhas costas, de forma que seu membro me tocasse com mais força, sem conseguir controlar soltei um gemido baixinho dentro do beijo, o que fez com que ele mordesse meu lábio, e ficasse ainda mais exitado, ele deslizou a boca na direção do meu pescoço e até chegar aos meus seios que já estvam enrijecidos ,me deixando cada vez mais úmida,  quando ele encaixou a boca quente na ponta do meio seio, estremeci  por dentro, e uma onde ainda maior de desejo, tomou conta do meu corpo, simplesmente não me contive e soltei um gemido, eu estava totalmente envolvida por ele, deixei meus dedos deslizarem por seu peito musculoso  , desci até perto do cinto de sua calça e senti sua respiração mais ofegante, abri o cinto e o zíper da calça e tirei para fora seu membro completamente ereto  e avantajado envolvi ele com os dedos acolhi ele em minha mão e dei uma leve  pressionada,  ao que ele soltou um gemino muito satisfatório, e que me deixou ainda mais exitada. Em um movimento rápido ele pôs a mão por baixo da minha saia , rasgou minha calcinha e pressionou seus dedos para dentro de mim, eu já estava descontrolada , entregue aquele desejo, ele me deito no sofá em um movimento brusco se encaixou entre minha pernas e penetrou, senti a pressão dentro de mim, era bom de mais e eu queria cada vez mais, ele beliscava de leve meus seios enquanto me penetrava, envolvi minhas pernas em sua cintura na gana de ter mais dele , eu comecei a sentir o extasse chegando, com muita força, e ele começou a aumentar a potencia da penetração, ele me disse com a voz rouca e forte:- chama por mim cordeirinha,- eu nem estava raciocinando e falei em uma voz mais elevado do que eu esperava:- Felipe, eu vou goza!- e logo depois ele urrou de me estocou mais forte, chegamos ao clímax , quando terminamos ,nossos corpos estavam suados,  ele deu um sorriso satisfeito ainda posicionado sobre mim e disse:- eu sei que você não quer ficar aqui, mas eu tenho um banheira espaçosa lá em cima ,- dei um sorriso entrelacei meus braços por seu pescoço e respondi:- só se voce me carregar!! Ele deu uma risada reclamando onde ele havia se metido e me pegou nos braços, enquanto ele me carregava pela escada eu não pensava em mais além de nós dois.

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