De madrugada, no quarto principal da maior mansão da Cidade D, o homem estava se enlaçando ardentemente com a mulher, quando, de repente, no meio das roupas espalhadas ao pé da cama, o celular no bolso da calça social começou a tocar.
Bruno, a princípio, não queria atender, mas o som não parava e a Helena já não conseguia se concentrar. Ela acariciou de leve o rosto do homem e murmurou:
— Atende primeiro, depois a gente continua.
Os olhos negros de Bruno se aprofundaram, ele beijou o canto da bo