A paisagem do lado de fora, banhada pelo pôr do sol alaranjado, parecia envolta em uma aura de calor e suavidade. Por um instante, parecia que todas as memórias do passado, todas as feridas, jamais tinham existido.
Por entre uma leve névoa de fumaça, os olhos de Bruno, profundos e intensos, se fixaram em Helena。
— Eu sei que você me odeia, sei que quer o Gonçalo de volta, mas o Gonçalo não pode. Helena, eu não sou machista, não é porque quero o filho homem para herdar a família Lima, nada disso.