Assim que abriram a cavidade abdominal, confirmaram o pior: uma artéria rompida estava despejando sangue rapidamente. O campo cirúrgico se encheu de vermelho em questão de segundos.
— Sucção! — ordenou em voz alta, tentando manter o controle. — Pinça!
O batimento cardíaco de Lily disparava, depois caía, depois subia de novo, como se ela estivesse oscilando entre a vida e a morte a cada segundo.
De repente, um alarme soou.
— Pressão em queda! — avisou uma das enfermeiras, com os olhos arregalado