Chegou até a porta do quarto. Lá dentro, Lily conversava com um médico. Ela estava acordada. De verdade. Viva. Mas... ele hesitou. Deveria entrar? Talvez... talvez ela precisasse de um tempo.
Quando o médico saiu, Rafael permaneceu ali por alguns segundos, parado, tentando encontrar coragem. Respirou fundo, apertou as mãos, fechou os olhos por um instante... e empurrou a porta.
Lily estava deitada, olhando pela janela, perdida em pensamentos, como se nem tivesse notado sua presença.
— Oi... — d