Cap.32

Jorge Makaroto

Eu ainda não estava acreditando que esses malditos conseguiram recuperar o bastardo, e que aquele maldito está vivo.

— Que ódio!

— Calma!

— Como você me pede calma? Wesley estava vivo esse tempo todo, na casa do teu avô.

— Não sabíamos quem ele era, nós chamávamos ele de Pedro.

— Mas ele é o maldito do meu sobrinho, por causa dele que estou na merda.

— Não é isso que o jornal diz.

— Eles são uns mentirosos.

— O melhor seria se entregar.

— Cale a maldita boca, você não sabe o que diz. Eu não vou me entregar porra nenhuma, eu vou fazer esse malditos sofrerem, só vou parar se eu morrer.

— Jorge, você está muito desequilibrado, isso mão da para mim. — Donna diz pegando suas coisas.

— Não posso deixar que você vá, você pode muito bem me entregar. — Digo e antes que ela chegue na porta eu atiro nela.

— Você é um maldito! — Suas últimas palavras antes de morrer deitada no chão da sala dessa casa imunda.

Tudo começou com meus pais, eles tinham o filho preferido e não escondia
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