Mundo ficciónIniciar sesiónA nave não dormia.
Ela apenas diminuía o ritmo, como um organismo gigantesco que jamais podia se permitir inconsciência. Do lado de fora, o espaço era um campo negro atravessado por partículas luminosas. Resíduos orbitais, restos da Terra antiga, fragmentos de estações anteriores que haviam falhado em cumprir sua função. Do lado de dentro, tudo pulsava em cadência precisa: luzes ajustadas ao ciclo artificial, corredores que alteravam temperatura conforme o fluxo