Isabella acordou na manhã seguinte com uma sensação que não experimentava há seis anos: silêncio. Não o silêncio de seu apartamento, mas o silêncio em sua mente. O zumbido constante e aterrorizante da preocupação financeira, o medo de uma ligação no meio da noite, a contagem incessante de dias até a próxima fatura da clínica — tudo isso havia desaparecido.
No lugar, havia uma calma vasta e desconhecida. E no centro dessa calma, a imagem de Pedro Montenegro. Ele não havia apenas resolvido seu pr