Às onze da manhã, o meu celular tocou. Era Marcus. — Senhora. O alvo saiu do banco. A nossa equipe no local descreveu-a como... "visivelmente abalada". Ela está de volta ao hotel.
— Obrigada, Marcus. Mantenha a vigilância.
Desliguei e olhei para Pedro, que estava ao meu lado na varanda, a tomar um café. — O cofre estava vazio. A isca foi mordida.
Ele assentiu, um sorriso frio a tocar os seus lábios. — Agora, ela está no seu quarto de hotel, em pânico, a tentar perceber quem a ultrapassou. El