A promessa dele – "A próxima jogada... é sempre sua, Isabella. Sempre foi." – pairou no ar, densa e cheia de eletricidade. Ele esperava. O mundo inteiro parecia esperar. Seus olhos escuros a devoravam, antecipando a rendição, o desafio, a continuação daquele jogo febril que se tornara a linguagem deles. O cheiro dele, a proximidade, o poder cru que emanava de seu corpo... tudo gritava para que ela se jogasse, para que fechasse a distância e terminasse o que haviam começado.
Mas Isabella olhou