Enquanto Pedro travava uma guerra silenciosa consigo mesmo, Isabella chegava ao seu novo reino. O táxi a deixou em frente ao arranha-céus de vidro, e cada passo que dava para dentro era um passo para uma realidade diferente. Ela desembrulhou as suas compras com uma espécie de reverência silenciosa. O queijo artesanal, as frutas frescas, as velas perfumadas – eram pequenos atos de normalidade, de vida, a serem plantados naquele palácio estéril e belo. Eram a sua bandeira a ser fincada num territ