A porta do SUV bateu, isolando-nos do mundo exterior, mas o ar dentro da cabine ficou instantaneamente rarefeito. O vidro divisório preto subiu com um zumbido suave, separando-nos do motorista, mas a ilusão de privacidade só aumentou a perversidade do momento.
Pedro não esperou o carro arrancar.
Antes que eu pudesse me ajeitar no banco de couro, as mãos dele estavam em mim. Ele não me tocou com carinho, ele me prensou. As mãos grandes agarraram minha cintura, e ele me puxou violentamente para o