Poderia ter sido uma manhã tranquila. Poderíamos ter ficado na cama até ao meio dia, pedido serviço de quarto e voado para casa como vencedores silenciosos.
Mas eu não queria silêncio. Eu queria barulho.
Quando o convite chegou — um cartão preto fosco com letras douradas em relevo, entregue com uma garrafa de champanhe Krug que custava mais do que um carro popular — eu soube exatamente o que faria.
"Para a vencedora. Se tiver coragem de celebrar em território inimigo. — A.V."
Era um convite