O céu estava carregado.
Um carro cinza esperava próximo à estrada.
Dois homens estavam ao lado dele.
Sofia reconheceu o símbolo discreto no punho de um deles.
Mano Nera.
Enzo se aproximou.
— Entrem.
Um dos homens olhou para Sofia de cima a baixo.
Ela sentiu nojo.
— A garota?
— Viva — Enzo disse. — Intacta.
Sofia fechou os punhos.
Intacta.
Como mercadoria.
Como chave ainda utilizável.
Quando um deles tentou agarrar seu braço, ela enfiou a ponta metálica do prendedor na mão dele.
O homem gritou.